Fisioterapia para tendinite patelar
Na Joelho Mais Fisio, no Brooklin, tratamos a tendinite patelar, também chamada de tendinopatia patelar ou joelho do saltador, com exercícios de carga progressiva para o tendão, a base do tratamento nos estudos, e com ajuste dos saltos e do treino. O tratamento é conservador, sem cirurgia.
Resposta em minutos, direto com o fisioterapeuta.
Como tratamos
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Avaliação
O que provoca a dor (saltar, agachar, subir escadas) e testes de força do quadríceps, de agachamento e de salto.
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Controle da dor e da carga
Saltos, corridas e treinos são ajustados para a dor ficar em um nível aceitável, sem parar tudo.
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Fortalecimento do tendão
Exercícios com carga que sobe aos poucos, do mais lento e pesado ao mais rápido, que é como o tendão se adapta.
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Volta aos saltos
Saltos, mudanças de direção e o seu esporte voltam em etapas, guiados pela dor e pelos testes.
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Reavaliação e alta
Os testes são repetidos; na alta, você sai com um plano de manutenção para a dor não voltar.
O que é a tendinite patelar
É a dor no tendão que liga a patela à tíbia, logo abaixo da patela. O nome mais usado nos estudos é tendinopatia patelar, porque o problema principal é a sobrecarga do tendão. A dor aparece com o esforço e aumenta quanto mais o joelho precisa empurrar o corpo, como nos saltos e agachamentos.
- Dor bem localizada logo abaixo da patela.
- Dor que aumenta com a exigência do joelho: saltar dói mais que agachar, e agachar dói mais que caminhar.
- Comum em esportes com salto. Em atletas de elite, aparece em cerca de 45% dos jogadores de vôlei e 32% dos de basquete; entre amadores, em 14% dos jogadores de vôlei.
- O diagnóstico é feito no exame clínico: a imagem pode mostrar alterações no tendão até em quem não sente dor.
Base científica (3 estudos)
- Malliaras P, Cook J, Purdam C, Rio E. Patellar tendinopathy: clinical diagnosis, load management, and advice for challenging case presentations. J Orthop Sports Phys Ther. 2015;45(11):887-898. doi:10.2519/jospt.2015.5987
- Lian OB, Engebretsen L, Bahr R. Prevalence of jumper's knee among elite athletes from different sports: a cross-sectional study. Am J Sports Med. 2005;33(4):561-567. doi:10.1177/0363546504270454
- Zwerver J, Bredeweg SW, van den Akker-Scheek I. Prevalence of jumper's knee among nonelite athletes from different sports: a cross-sectional survey. Am J Sports Med. 2011;39(9):1984-1988. doi:10.1177/0363546511413370
O que funciona e o que não funciona
Os estudos sobre tendinite patelar comparam exercícios, aparelhos e injeções. É o que orienta o nosso plano.
Base do tratamento
Recomendado
- Exercícios de carga progressiva para o tendão.
- Ajuste da carga de saltos e treinos, sem parar tudo.
- Exercícios isométricos (contração sem movimento), que podem aliviar a dor logo depois de feitos.
Pouco ou nenhum efeito sozinho
Não recomendado como tratamento principal
- Ondas de choque: nos estudos, não foram melhores que uma aplicação simulada.
- Infiltração de corticoide: alivia no começo, mas o resultado piora nos meses seguintes.
- Aparelhos e tratamentos passivos sem exercício.
Base científica (3 estudos)
- Breda SJ, et al. Effectiveness of progressive tendon-loading exercise therapy in patients with patellar tendinopathy: a randomised clinical trial. Br J Sports Med. 2021;55(9):501-509. doi:10.1136/bjsports-2020-103403
- Kongsgaard M, et al. Corticosteroid injections, eccentric decline squat training and heavy slow resistance training in patellar tendinopathy. Scand J Med Sci Sports. 2009;19(6):790-802. doi:10.1111/j.1600-0838.2009.00949.x
- Challoumas D, et al. Management of patellar tendinopathy: a systematic review and network meta-analysis of randomised studies. BMJ Open Sport Exerc Med. 2021;7(4):e001110. doi:10.1136/bmjsem-2021-001110
O que medimos na avaliação da tendinite patelar
Comparamos sempre as duas pernas. É com esses números que montamos o plano, medimos a evolução e fazemos o relatório para o seu médico. Veja como funciona a avaliação.
- Força do quadríceps e do quadril, medida com dinamômetro.
- Agachamento e saltos, com sensor de movimento.
- O que provoca a dor (saltar, agachar, subir escadas) e quanto dói, numa escala de 0 a 10.
- Mobilidade do tornozelo, do joelho e do quadril.
Quanto tempo leva para melhorar
Programa de exercícios
12 semanas ou mais
No estudo de referência com treino de força pesado e lento, o programa durou 12 semanas, e a melhora se manteve 6 meses depois.
Dor há muito tempo
Cerca de 6 meses
Em quem tem dor há anos, os estudos acompanham a recuperação por 24 semanas. A melhora acontece, mas é mais lenta, e esperar prazos curtos demais é um dos erros mais comuns.
Dá para seguir ativo
Durante o tratamento
Em geral, não é preciso parar: ajustamos saltos, volume e intensidade para você continuar treinando enquanto o tendão se adapta.
Base científica (3 estudos)
- Kongsgaard M, et al. Corticosteroid injections, eccentric decline squat training and heavy slow resistance training in patellar tendinopathy. Scand J Med Sci Sports. 2009;19(6):790-802. doi:10.1111/j.1600-0838.2009.00949.x
- Breda SJ, et al. Effectiveness of progressive tendon-loading exercise therapy in patients with patellar tendinopathy: a randomised clinical trial. Br J Sports Med. 2021;55(9):501-509. doi:10.1136/bjsports-2020-103403
- Malliaras P, Cook J, Purdam C, Rio E. Patellar tendinopathy: clinical diagnosis, load management, and advice for challenging case presentations. J Orthop Sports Phys Ther. 2015;45(11):887-898. doi:10.2519/jospt.2015.5987
Quando pode não ser tendinite patelar
Na maioria dos casos, a dor abaixo da patela é tratada direto pela fisioterapia, sem pedido médico. Só estes sinais pedem uma avaliação médica antes:
- Estalo forte ao saltar ou cair, seguido de dificuldade para esticar a perna.
- Inchaço grande no joelho, principalmente depois de uma torção.
- Joelho que trava ou falseia.
- Dor forte à noite que não melhora com repouso.
- Joelho quente e vermelho, com febre.
Se tiver algum deles, procure um ortopedista. Se tiver dúvida, chame a gente no WhatsApp: a gente orienta e, se for o caso, indica o caminho.
Para entender melhor
Onde atendemos

Av. Morumbi, 8411, sala 74 – Vila Cordeiro (Brooklin), São Paulo. A 5 minutos da Av. Engenheiro Luís Carlos Berrini e da Av. Santo Amaro. Conheça a clínica e como chegar
Quem já tratou com a gente
A clínica é muito bem adaptada a diversas situações de recuperação ou reforço muscular. O atendimento é muito profissional (…) Super recomendo para quem quer voltar a ser o atleta que era após uma lesão (…) com confiança e segurança nos esportes que pratica com frequência!
Allan é um excelente profissional, durante o meu tratamento acompanhou a minha recuperação e me deu toda a atenção necessária para atingirmos o meu objetivo de voltar a correr sem dores. Super recomendo.
Dúvidas frequentes
Tendinite patelar tem cura?
Na maioria dos casos, a dor melhora com exercícios de carga progressiva e ajuste do treino. Em quem tem dor há muito tempo, a recuperação costuma ser mais lenta.
Posso continuar treinando?
Em geral, sim, com ajuste de saltos, volume e intensidade. A avaliação define o que manter, adaptar ou pausar por um tempo.
Infiltração ou ondas de choque resolvem?
Nos estudos, a infiltração de corticoide alivia no começo, mas o resultado piora nos meses seguintes, e as ondas de choque não foram melhores que uma aplicação simulada. O exercício continua sendo a base do tratamento.
Quanto tempo leva para melhorar?
Os programas estudados duram 12 semanas ou mais; em quem tem dor há anos, os estudos acompanham por cerca de 6 meses. O seu plano é definido na avaliação e ajustado nas reavaliações.
Atende convênio?
O atendimento é particular. Emitimos nota fiscal para que você possa solicitar o reembolso ao seu plano de saúde, de acordo com as regras do seu contrato, e ajudamos com a documentação necessária. Veja como funciona o reembolso.

